PARADOXUM
Panaderos, rodas, olhares, gotas de água ou reflexos de uma figura estática. Tudo é possível nesse PARADOXUM de dois artistas que enxergam o mundo cada um de seu jeito singular.
Uma brincadeira que trabalhou egos e emoções, uma combinação que funcionou de forma perfeita. Onde dois olhares diferentes conseguiram expressar nas telas cores e sentimento de maneira simples e honesta. Duas energias diferentes, exprimidas nas telas, durante um ano, em intervenções trocadas, se transformaram nessa mostra.
Uma poesia única que transforma um simples pedaço de pano em um (ao nosso ver) conjunto de obras sem igual.
Um PARADOXUM de duas cabeças diferentes que só querem pintar, deixar uma marca, se expressar. Não existe regra nesse PARADOXUM. Só existe a mais pura e sincera expressão. Por inteiro e sem freio, nas cores jogadas na tela, nas tintas, nas pinceladas perfeitas. Tudo na maior harmonia. Cheio de paixão, numa arte que não teve escola, que não teve regras...que simplesmente aconteceu.
Um PARADOXUM onde a arte e sensibilidade sobrepuseram o contraditório.














